quarta-feira, 16 de junho de 2010

Serra e a Segurança Nacional


Serra, Bolívia e Irã: segurança para quem?


Como avaliar a extensão e a profundidade da preocupação do ex-ministro José Serra para com a segurança nacional se, quando ministro de FHC, participou desta espantosa política de desarmamento unilateral que é como pode ser chamada a desnacionalização da Embratel, leia aqui, e a entrega de informações militares e governamentais brasileiras para o controle de um consórcio internacional muito vinculado à indústria bélica? Quem criou o apagão satelital agora clama para segurança? O artigo é de Beto Almeida.

Beto Almeida (*), na Carta Maior
Via Vi o Mundo

O candidato presidencial pelo PSDB tem insistido na crítica à atual política externa brasileira, à proposta da integração latino-americana. Foca na Bolívia, sobretudo, acusando o presidente Evo Morales de conivência com o narcotráfico. E critica também o governo Lula-Dilma por não adotar medidas de segurança mais eficazes no combate ao tráfico de drogas.

[Antes de continuar a leitura aconselho a dar uma lida no texto "2009 o ano do Brasil" que trata da política externa Brasileira]

Porém, lembramos algumas medidas adotadas no governo da dupla FHC-Serra que diluíram a níveis gravíssimos a capacidade do estado de praticar indispensáveis políticas de soberania. Tomemos a privatização da Embratel. Com ela, todas as comunicações governamentais e de segurança nacional, além da cobertura nacional das TVs, que passam pelos antigos Brasil-SAT da empresa, estão hoje sob controle de consórcio internacional. Basta uma ligeira modificação no posicionamento dos satélites, por sabotagem ou por erro técnico – atenção para a elasticidade do termo – para causar um apagão em todo o território nacional. A informação é importante para compreender que concepção de segurança o ex-ministro de FHC está a alardear hoje. 

[E o interessante é que não precisava privatizar, leia aqui e aqui também as explicações que justificam esta afirmativa. Diga-se de passagem que a privatização da Telebrás foi, por assim dizer, uma "partilha de bens"  para os "amigos do rei", até Daniel Dantas participou da "farra". Aliás, sobre a tal "partilha", está para ser lançado até no final da copa, pelo Jornalista Amaury Ribeiro Jr. , um livro que pretende desnudar a "privataria" das teles].

Muito recentemente, com a aprovação da nova Estratégia Nacional de Defesa, a preocupação de importantes segmentos militares com aquela extravagante vulnerabilidade externa criada pela privatização-desnacionalização da Embratel, está sendo resolvida pelo governo atual [leia aqui, aqui, tem aqui, mais aqui, aqui também, e finalmente aqui ]. Por iniciativa da Aeronáutica, já há o planejamento para um satélite brasileiro, geoestacionário, por onde trafegarão as comunicações militares e governamentais, hoje sob comando de consórcios vinculados a operações militares destinadas a sustentar o expansionismo dos interesses do EUA sobre o Iraque, o Afeganistão e, bola da vez, o Irã, todos riquíssimos em energia. Como sabemos, estas grandes empresas registram grande vinculação com a indústria bélica, fonte de todas suas encomendas.

[Tem também o fato da reativação da Telebrás para atuar na banda larga nacional.]

Assim, cabe perguntar se serão diferentes os interesses e o modo de operação de mecanismos como a Embratel, por parte dos EUA, em relação a um país do porte e das riquezas estratégicas do Brasil, considerando a grande escassez energética do gigante norte-americano? Será que os EUA atuarão com pleno respeito às leis do mercado e também às leis internacionais, quando, num momento de tensão ficarem consignadas as grandes divergências que possui com o Brasil em matéria de política internacional, aliás, como assinalou a Secretária Hillary Clinton?


Há segurança com apagão satelital?

É diante deste quadro de complexidades crescentes – num mundo que cada vez mais comprova não ser o terreno para meigos – que por proposta do Brasil foi criado o Conselho de Defesa Sul-Americana. Detalhe fundamental: sem a presença dos EUA. Ato contínuo, os EUA revitalizaram a sua Quarta Frota., montaram mais bases militares na Colômbia [leia mais aqui, e também aqui em que fala sobre as bases do império], Como avaliar então a extensão e a profundidade da preocupação do ex-ministro José Serra para com a segurança nacional se, quando ministro de FHC, participou desta espantosa política de desarmamento unilateral que é como pode ser chamada a desnacionalização da Embratel e a entrega de informações militares e governamentais brasileiras para o controle de um consórcio internacional muito vinculado à indústria bélica? Quem criou o apagão satelital agora clama para segurança?

Vale lembrar que tanto a Venezuela, que já lançou o seu satélite próprio, Simon Bolívar, como a Bolívia, que está preparando o seu equipamento próprio, a partir de cooperação com a China, hoje uma potência espacial, sinalizam o quanto o Brasil terá andado na contra-mão na imprescindível caminhada de possuir um sistema soberano de informação. Aliás, vale lembrar que foi em 1961, a partir de visita do presidente João Goulart à China que nasce o interesse do Brasil pela exploração espacial. Muitos fatores intervieram, sobretudo intervenções externas, para atrasar ao máximo o lançamento oficial do Programa Espacial Brasileiro, apenas em 1979. Enquanto isso, comparemos, a China Popular foi do ábaco ao computador, foi do estágio agrícola a tornar-se uma potência espacial, lançando naves ao espaço sideral.

Por obra de valorosos brasileiros preservamos o Programa Espacial Brasileiro e, agora, com uma política inversa aquela praticada pela dupla FHC-Serra, o Brasil já está em condições de dedicar mais prioridade política e orçamentária a programas de desenvolvimento das novas possibilidades, aproveitando suas grandes vantagens comparativas, para buscar ingressar no seleto e fechado clube das super-potências espaciais. E também para reativar e fortalecer outro importante programa também relacionado à soberania nacional, o programa nuclear, que, há pouco, recebeu volume inédito de recursos por decisão de um presidente que quando criança, por pouco escapou da morte ao ser mordido por uma égua enfezada. Assim como escapou da pena de morte generalizada representada pela miséria que durante décadas executou implacavelmente crianças pobres nordestinas.


Esvaziamento ou inchaço?

Por falar em segurança também é importante lembrar por quanto tempo a Polícia Federal ficou sem realizar concursos públicos quando Serra era ministro, período em que o FBI passou a ter um módulo seu, dentro das instalações da DPF em Brasília, um edifício cujo acesso é vedado a policial brasileiro, conforme denunciou reiteradas vezes a revista Carta Capital em 2000 e 2001.

[leia aqui, aqui, aliás, vá direito ao site clicando aqui e leia é muito interessante e esclarecedor sobre este obscuro período, na época, pois a cada ano se descobre os tais "podres"]

O Brasil, com quase 200 milhões de habitantes, tem nos quadros de sua Polícia Federal, cerca de 50 mil profissionais. Para se dimensionar o esvaziamento da máquina pública pelas políticas neoliberais, o Canadá, com pouco mais de 20 milhões de habitantes, tem na Polícia Federal um efetivo de 180 mil homens. Agora, registramos a retomada dos concursos públicos pela dupla Lula-Dilma, procedimento que é visto pela crítica neoliberal como inchaço da máquina….

É claro que não se pode pensar em segurança e defesa se não há controle de fronteiras, infra-estrutura moderna, incluindo meios de transporte e suas indústrias ferroviária e aeronáutica, ambas privatizadas e desnacionalizadas na década passada. E Forças Armadas de fato armadas.




Irã

[Leia antes este artigo aqui]

Mas, como a crítica do candidato tucano alcançou o Irã, uma pequena nota divulgada hoje ajuda a jogar luzes sobre seu posicionamento. Trata-se de uma advertência dos EUA ao Brasil, lembrando que as sanções impostas ao Irã incluem a proibição da venda de etanol à nação persa. Fica claro então que as sanções visam não apenas manter o monopólio da tecnologia nuclear em mãos das potências nucleares, como também prejudicar o relacionamento econômico do Irã com diversos países, incluindo o Brasil.

[É bom ler também o ótimo artigo "O Irã e o Império decadente" escrito pelo tucano Bresser Pereira]

O ex-ministro da Saúde, no episódio, é colhido na posição contrária ao desenvolvimento tecnológico das nações emergentes no terreno nuclear. Posicionamento que, se hoje é contra o Irã, amanhã pode ser perfeitamente lançado contra o Brasil, já que há muitas insinuações de estranhos porta-vozes das grandes potências de que o Brasil também estaria pretendendo ter a sua bomba atômica. Não precisa ser verdade. Lançou-se devastadora agressão militar contra o Iraque com base em mentiras, hoje reconhecidas, de que aquela nação árabe possuía armas de destruição em massa.

Revisão necessária em curso

Só muito recentemente aquela política de desarmamento unilateral vem sendo revista com robustez. A Estratégia Nacional de Defesa [aqui tem um PDF sobre o Plano Nacional de Defesa], o reforço orçamentário ao Programa Nuclear Brasileiro, o apoio consistente ao Programa Espacial Brasileiro, a retomada dos concursos públicos para equipamento da Polícia Federal, a criação do Sistema de Rastreabilidade dos Medicamentos combatendo com tecnologia avançada o contrabando e a falsificação, a retomada da Telebrás Estatal, são algumas das medidas que apontam para esta revisão. Vale citar a regulamentação da lei do tiro de interceptação de naves que penetram ilegalmente as fronteiras brasileiras, nunca regulamentada no governo anterior, estimulando sua prática, já que os militares brasileiros nada podiam fazer além de constatar a ilegalidade.

Há a necessidade de muitas outras medidas. Mas, uma delas, é inescapável lembrar aqui, embora tenha sido apresentada durante da Conferência Nacional de Comunicação, sem ter tido o número de votos necessários à aprovação: a retomada do controle da Embratel para o estado brasileiro. Ou será admissível num mundo de tensas e complexas tensões, e de crescentes divergências do Brasil com os EUA, como nos advertiu Hillary Clinton, imaginar, candidamente, que mesmo em situações de impasse e de conflitos que envolvam a soberania nacional, os atuais donos da empresa, que controla informações governamentais e militares brasileiras, atuarão com lealdade e sinceridade ante os interesses nacionais?

Para os que desnacionalizaram a Embratel, entre eles o ex-ministro Serra, provavelmente sim. Eles o fizeram. Para a ex-ministra Dilma, que atuou intensamente para, a partir da Casa-Civil, dar sustentação e viabilidade á nova Estratégia Nacional de Defesa, possivelmente não. Não creio sejam estas diferenças secundárias entre os dois. E, certamente, ajudam a medir o alcance do discurso do candidato tucano quando aborda o tema segurança.

Fonte do post:

sexta-feira, 11 de junho de 2010

A crise EUA-IRÃ é mais econômica que nuclear... tem mais a ver com Petróleo que urânio

Os lucros ocidentais estão protegidos:
O Conselho de Segurança é um eficiente escritório de negócios 

Janio Freitas - Folha de SP
via Blog Leituras Favre

A RESOLUÇÃO aprovada pelo Conselho de Segurança da ONU, com novas sanções ao comércio internacional do Irã, teve o cuidado óbvio de não impor restrição alguma aos negócios com petróleo iraniano.



É sempre bom recordar como eles agem... parece até uma reprise de novela

Embora esteja entre os maiores exportadores mundiais, o Irã processa a maior parte do seu petróleo em refinarias estrangeiras, como sempre pertencentes a Estados Unidos, Inglaterra e França.

Os altos lucros ocidentais estão protegidos: o Conselho de Segurança é um eficiente escritório de negócios internacionais. E a maioria dos impasses e conflitos também não precisa de outra razão de ser, acrescida da frequente contribuição dos fundamentalismos religiosos e étnicos.

Aproveite e reveja uma pequena parte da História entre EUA-IRà

Ainda não há estimativa conhecida dos efeitos que a resolução poderá ter sobre as crescentes exportações brasileiras para o Irã. Os negócios em andamento da Petrobras, altos em valor e em perspectivas, devem entrar na cláusula do petróleo, mas sem certeza disso.

As multinacionais que se valem do petróleo iraniano têm força política bastante para questionar investimentos que, mesmo na área petrolífera, associam-se ao crescimento econômico do Irã.
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Para EUA, transação do setor energético pode violar resolução aprovada pelo Conselho da ONU 

Patrícia Campos Mello,
CORRESPONDENTE
WASHINGTON
O Estado de S.Paulo 
Via Blog Luis Nassif

O governo americano afirmou ontem que "não seria uma boa ideia" o Brasil vender etanol ao Irã. "Eu não sei detalhes específicos sobre a iniciativa, mas (vender etanol ao Irã) seria muito arriscado, uma vez que a sanção aprovada pelo Conselho de Segurança reconhece que há uma ligação potencial entre o setor de energia do Irã e atividades de proliferação", disse um alto funcionário da Casa Branca.

Questionado se os EUA iriam desencorajar empresas brasileiras de venderem etanol aos iranianos, o funcionário afirmou: "Qualquer iniciativa que burle as sanções prejudica nosso objetivo, então não é uma boa ideia." A possibilidade de o Brasil suprir parte das necessidades de combustível do Irã com etanol brasileiro foi levantada pelo ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, em visita a Teerã em abril. Ele afirmou que o Irã está interessado em comprar etanol brasileiro por causa dos problemas que enfrenta para comprar gasolina diante dos bloqueios comerciais que sofre.

Funcionários da Casa Branca convocaram uma entrevista com alguns jornalistas para discutir a posição dos EUA em relação às sanções aprovadas ontem e ao acordo de troca de combustível mediado pelo Brasil e pela Turquia. Um deles reduziu a importância das divergências de Washington e Brasília, apesar do voto do Brasil contra as sanções. "Nós temos divergências táticas, mas os mesmos objetivos, nem a Turquia nem o Brasil querem ver armas nucleares no Irã", disse o funcionário.


Enquanto isso...

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FHC sofre do “surto de ego colonizado”

por Altamiro Borges
Via Blog Vi o Mundo

Em artigo publicado no jornal Zero Hora deste domingo (6), o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso confirmou que padece da grave doença do “ego colonizado”. Recalcado, ele voltou à carga contra a política externa do atual governo e – para desgraça do candidato tucano José Serra – insistiu em fazer comparações entre as duas administrações. Atirando em Lula, FHC afirmou que a sua “demagogia presidencial não passa de surto de ego deslumbrado”. A cara está doente!

O motivo de mais esta recaída é a recente negociação entre Brasil-Turquia-Irã. O invejoso critica a “celeuma causada pela tentativa de acordo entre Irã e a comunidade internacional empreendida pelo governo brasileiro”. Ele não entende “porquê de tanto barulho”. Citando algumas vitórias da diplomacia no passado, que o seu triste reinado procurou enterrar junto com a “era Vargas”, FHC tenta se apresentar como um intransigente defensor dos “interesses nacionais e da “paz mundial”.

Aproveite e assista sobre os sete anos das relações internacionais no Governo LULA e tire suas próprias conclusões



“Alinhamento automático” com os EUA

O ex-presidente só não explica porque o Itamaraty, durante a sua gestão, acelerou as negociações da Área de Livre Comércio das Américas (Alca), tratado que tornaria o país uma colônia ianque. Nem porque os embaixadores críticos da sua política de “alinhamento automático com os EUA”, como o atual ministro Samuel Pinheiro Guimarães, foram afastados de seus cargos no Itamaraty. Ou porque seu ministro de Relações Exteriores, Celso Lafer, tirava os sapatinhos nos aeroportos estadunidenses. Ou porque aceitou entregar a base de Alcântara (MA) para o “império do mal”.

Para dar uma descontraída... criada de fatos reais da "Era FHC"



Como mostra o historiador Luiz Alberto Moniz Bandeira, no premiado e indispensável livro “As relações perigosas: Brasil-Estados Unidos”, o triste reinado de FHC foi um dos piores da história da diplomacia nacional. O autor relata casos grotescos de subserviência, como o da assinatura do Tratado Interamericano de Assistência Recíproca (TIAR), que colocava o Brasil como apêndice dos EUA em casos de guerra; o da demissão do embaixador José Maurício Bustani da OPAQ; e até o caso dos “sapatos de Celso Lafer”, como detalhes humilhantes para o Itamaraty.

Repetição da retórica imperial

FHC não tolera o enorme prestigio da política externa do governo Lula. Mas como a mentalidade colonizada é pegajosa, ele repete sempre a mesma retórica imperial dos EUA. Até o blogueiro Josias de Souza, da FSP (Folha Serra Presidente), constatou que FHC reproduziu os argumentos centrais de Hillary Clinton para atacar o acordo Brasil-Turquia-Irã. Para o ex-presidente capacho dos EUA, o acordo não teria qualquer credibilidade. “É isso que o governo americano alega para recusar a intermediação obtida”, afirma servilmente. Ele ainda vai cortar o pulso de inveja!

O ódio da oposição neoliberal-conservadora a atual política externa contamina da cria ao criador. Não é para menos que o candidato José Serra atira no Mercosul e na Bolívia. Ele quer ficar bem na foto com a direita ianque e nativa. Numa entrevista pouco antes do acordo Brasil-Irã, o tucano afirmou que nunca se reuniria com o presidente iraniano. Deve ter mordido a língua na sequência como a repercussão do acordo.

Os tucanos realmente padecem do “surto do ego colonizado”.



Fontes do Post:
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quarta-feira, 9 de junho de 2010

Mais uma derrota do PIG

Desta vez foi Paulo Henrique Amorim que "bateu". Será que eles não se tocam que estão errados?


Queijo leva PHA a derrotar Ali Kamel na Justiça

Do site Conversa Afiada de
Paulo Henrique Amorim

O Juiz Waldir Calciolari, da 25a. Vara Criminal da Comarca de São Paulo, rejeitou a queixa crime que Ali Kamel movia contra Paulo Henrique Amorim.

[Para quem não sabe, Ali Kamel é o diretor Geral de Jornalismo da Globo. É o responsável por todo o Jornalismo gerado no Grupo da Família Marinho.]

Segundo Maria Elizabeth Queijo, advogada de Paulo Henrique Amorim, foi uma decisão exemplar, que assegura a liberdade de expressão.
 
Ayres Britto: A liberdade de expressão está acima do direito à honra


Note-se que Waldir Calciolari se apóia, em boa parte, em argumentos do Ministro Carlos Ayres Britto, do Supremo Tribunal Federal.

Leia abaixo a decisão: (Se precisar clique na foto para ampliar)












Fonte do post:
Leia também:



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Nova carteira de identidade virá com chip e terá certificação digital

Certificação digital dará mais segurança a nova carteira de identidade


O ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, esteve na abertura do 2º Congresso da Cidadania Digital que começou hoje (8) em Brasília, falou sobre a nova carteira de identidade que terá utilização nacional, chamada de Registro de Identidade Civil.

O documento reunirá em uma única carteira as principais informações do cidadão, o Registro Geral (RG), o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e título de eleitor, além de outras informações para evitar falsificações.

(A foto abaixo é meramente ilustrativa.) 
O novo documento digital terá foto, impressão digital, assinatura do portador do documento, um código e um número que será registrado numa central nacional, além de um chip com a impressão digital e o certificado digital.


O estado pioneiro no uso deve ser o Rio de Janeiro, que prevê a primeira emissão para julho deste ano.

A falsificação de carteiras de identidade soma 72% de golpes em bancos e instituições comerciais.

Hoje uma pessoa pode ter 27 registros, um em cada estado do país, o que facilita o grande número de fraudes. O novo documento, por ser de utilização nacional, irá diminuir esse problema. (Da Agência Brasil).



Fontes do Post:




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