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sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Software Livre para Governos nos EUA

O Brasil foi pioneiro no mundo, com o Portal do Software Publico Brasileiro.

Agora os EUA lançam o Civic Commons, um site para reunir e promover softwares livres para uso governamental.

A idéia é unir esforços, de maneira que a solução feita para um estado ou município possa ser aproveitada em outros. Indo um passo além, as soluções desenvolvidas por um país poderão ser aproveitadas por outros.
 
 
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quinta-feira, 8 de julho de 2010

O império contra-ataca - O Jogo Político da Microsoft

Jogo político da Microsoft no Brasil



Esta notícia está circulando nos blogs internacionais de software livre:


"Basicamente, o Sr. Ballmer visitou todos os estados onde o governador é do PSDB, um partido de oposição ao PT de Lula (Partido dos Trabalhadores) e fizeram acordos para fazer EDGI sobre estes estados. (não acredita? clique aqui)

"Basicamente, esta é a história. Enquanto o governo federal apóia o Linux, Ballmer fez alianças nos estados controlados pelo partido rival para atrapalhar ... Linux nas escolas, uma vez que as escolas tem computadores doados pelo governo federal com o Linux. "

Tradução do Google:

Original, em inglês:

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quarta-feira, 2 de junho de 2010

Chrome - O Sistema Operacional do Google

 Google planeja lançar sistema Chrome no final do ano


02 de junho de 2010 • 11h08 • atualizado às 11h25


O Google planeja lançar seu sistema operacional Chrome "no final do ano," disseSandar Pichai, diretor do projeto Chrome, nesta quarta-feira, para reforçar a competição contra a rival Microsoft e seu Windows.

O sistema Chrome será projetado inicialmente para funcionar em laptops, disse Pinchai a jornalistas durante a feira de computação Computex. "Seremos seletivos quanto à maneira pela qual chegaremos ao mercado porque desejamos propiciar uma ótima experiência ao usuário," disse. "Estamos pensando tanto em termos de hardware quanto de software."

O Google busca desafiar o domínio do sistema operacional Windows, que é utilizado em mais de 90% dos computadores pessoais. A Microsoft se mostrou indiferente aos esforços do Google para desenvolver um sistema operacional de fonte aberta, afirmando que os criadores de software teriam de criar outras versões dos mesmos aplicativos para diferentes marcas.

Pichai contestou a alegação, afirmando que a semelhança no núcleo básico significaria que as empresas de software não precisariam desenvolver uma nova versão para o Chrome.

"O Chrome OS é um dos poucos futuros sistemas operacionais para os quais já existem milhões de aplicativos funcionais," disse Pichai. "Não é preciso mudar o projeto do Gmail para que ele funcione com o Chrome. O Facebook não precisa criar um aplicativo novo para o Chrome", disse ele.

O software de fonte aberta permite que empresas de tecnologia como a Acer desenvolvam versões próprias do sistema utilizando um esqueleto fornecido pelo Google, atendendo suas necessidades próprias.

O sistema operacional Chrome terá como peça central um navegador para web, e todo o software, incluindo aplicativos sofisticados como os usados para edição de fotos e vídeos, será armazenado em servidores externos, a chamada computação em nuvem. "Antecipamos que uma geração de aplicativos, entre eles os jogos, funcione a partir do navegador," disse Pichai.




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quarta-feira, 5 de maio de 2010

A internet pode sofrer pane hoje, 5 de maio de 2010

Você sabia que no dia 5 de maio de 2010 sua internet, e de muitas pessoas ao redor do mundo, pode ficar fora do ar por algumas horas? Calma, não é o fim do mundo, apenas uma atualização de 13 backbones para que cada DNS agora tenha uma assinatura digital, dando maior certeza ao usuário de que o endereço retornado pelo backbone é realmente o que foi solicitado….

Em um primeiro momento essas assinaturas não passarão de mensagens bobas e serão utilizadas apenas para a realização dos primeiros testes em grande escala. A partir de 1º de julho, no entanto, as assinaturas passarão a ter validade real.

Explicando um pouco mais


No dia 5 maio, várias autoridades mundiais da internet (ICANN, governo estadounidense e a VeriSign) completarão a primeira fase do DNSSEC (Domain Name System Security Extensions) através de 13 backbones.

O DNSSEC foi desenvolvido para diminuir o número de ataques do tipo “homem no meio”, no qual hackers interceptam os requerimentos de abertura de uma página da web e respondiam essa mensagem com endereços falsos, o que levava o usuário até uma falsa localização.

E qual o problema com isso?

O problema é que o novo protocolo precisará carregar, além da mensagem, a assinatura do DNS. Com isso, o tamanho do pacote que será transportado vai aumentar de 512 Bytes para 2 KB.

Em alguns equipamentos de rede mais antigos (roteador, switch), qualquer mensagem maior do que o tamanho padrão é bloqueada pelas configurações padrão de fábrica, uma vez que um pacote maior do que 512 Bytes é considerado uma anomalia na rede.

O que fazer?

Para que esses pacotes de maior tamanho não sejam rejeitados, é preciso reconfigurar os roteadores a fim de que eles aceitem mensagens maiores. Mas calma, não é o seu roteador, mas sim os da empresas que prestam serviços de banda larga e são as responsáveis por “cuidar” das internet nos países.

O que vai causar a pane temporária, na realidade, é o delay entre o envio do novo pacote e a reconfiguração dos roteadores. Especialistas afirmam que, aqueles que utilizam banda larga de grandes empresas não têm muito com o que se preocupar, pois a maioria delas já está ciente do novo padrão e conta com uma equipe especializada para reconfigurar os roteadores o mais rápido possível.

Já os usuários que fazem uso dos serviços de internet de empresas pequenas podem ter um pouco de dor de cabeça, pois elas podem levar algum tempo até descobrir o motivo pelo qual a internet de seus usuários parou de funcionar.

O fato é que se no dia 5 de maio você ficar sem internet por algumas horas, não há muito com o que se preocupar. Agora que você já sabe o que vai acontecer, e porquê, não vai ser preciso congestionar as linhas de atendimento da empresa de banda larga.

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sábado, 1 de maio de 2010

A Microsoft contra-ataca nas Universidades tentando reverter a perda de novos especilistas para o Software Livre

Não faz sentido a Universidade ensinar a programar em Windows. Estudantes — especialmente de computação — precisam ter acesso a todo o código fonte. O Windows não permite e nunca permitirá a livre transferência tecnológica.

por Foo
do blog Luis Nassif

Presidente da Microsoft critica banda larga e ‘proteção’ ao Linux no Brasil



Steve Ballmer deu palestra para estudantes universitários em São Paulo. No país, executivo mostrou prévia da nova versão do Messenger.

O presidente da Microsoft, Steve Ballmer, criticou nesta quarta-feira (28) a estrutura física da internet brasileira e a posição oficial do governo do país em estimular a adoção de software livre no lugar dos programas Windows e Office, criados pela companhia americana.

Em palestra para estudantes na Universidade de São Paulo, na capital paulista, Ballmer disse que o Brasil pode ser prejudicado na transição da tecnologia para a chamada “computação na nuvem”, na qual os programas dependem de bases de dados hospedadas na internet.

Na segunda-feira, estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) classificou a internet brasileira como lenta, cara e mal distribuída. “Espero que o governo entenda que a conexão de banda larga à internet é infraestrutura básica”, afirmou Ballmer, ao ser questionado pelo G1 se os problemas da rede no país atrapalhariam os planos da empresa de investir em computação na nuvem.

Sobre a preferência declarada do governo brasileiro a sistemas baseados em software livre, como o Linux, Ballmer disse que gostaria que o Estado adotasse uma posição neutra. “Respeitamos o desejo do governo brasileiro de apoiar a diversidade. Mas a política de apoio ao software livre não é exatamente a que eu gostaria. Preferiria uma posição de neutralidade”, disse.

Nas universidades, no entanto, Ballmer vê um caminho livre para estimular o uso do Windows e da plataforma Office. “Se você estuda para ser um programador, não vejo porque não aprenderia a programar para o sistema que é líder de mercado. E pelo menos 50% dos programadores do Brasil criam software para Windows”.


Novo Messenger

Ballmer aproveitou a passagem por São Paulo para apresentar a nova versão do Windows Live Messenger, serviço de mensagens instantâneas mais popular entre os internautas brasileiros. O sistema vai ganhar funções de rede social.

O novo programa terá também função de chat com vídeo em alta resolução (HD), e se integrará ao Facebook, rede da qual a Microsoft é detentora de 1,6% das ações, compradas em um acordo de US$ 240 milhões em 2007. Será possível visualizar dentro do ambiente do Messenger conteúdo de outros serviços on-line como LinkedIn, MySpace, Twitter, YouTube e Flickr.

O Brasil foi o local escolhido para o anúncio por ser o país com o maior número de usuários ativos do Messenger. De acordo com o diretor geral do grupo de serviços on-line da Microsoft Brasil, Osvaldo Barbosa de Oliveira, 46 milhões de brasileiros utilizam o Messenger. Em todo o mundo, o sistema conta com 320 milhões de usuários. “Hoje, 25% do tempo gasto pelo internauta brasileiro é com o Messenger”, diz Oliveira.

Integrado ao chamado Wave 4, conjunto de aplicativos on-line da Microsoft – que inclui também o e-mail gratuito Hotmail e as ferramentas de edição de foto e vídeo Windows Live Essentials –, o novo Messenger não tem data de lançamento definida.

Ao G1, o diretor da divisão Windows Live, Dharmesh Mehta, afirmou que o programa está em fase interna de testes, que deve ser expandida ao longo do ano. “Os usuários poderão utilizar o novo Messenger ainda em 2010”, diz.


Mudanças

Para quem usa a principal função do Messenger, isto é, trocar mensagens instantâneas, as mudanças serão apenas cosméticas. Agora, o Messenger terá uma melhor integração com o Windows 7, permitindo o acesso a seus contatos prediletos diretamente na barra de ferramentas do sistema operacional. As janelas individuais dos chats agora serão agrupadas em abas, todas numa mesma janela.

Na nova janela social, será possível ver todo o conteúdo enviado por seus contatos para sites como Facebook, Flick e Twitter, por exemplo. É possível filtrar o conteúdo, dando preferência para fotos e textos enviados por seus contatos mais próximos. Mas e o Orkut, rede social da concorrente Google e site preferido do internauta brasileiro? “Queremos trabalhar com todos os sites, se possível. Mas por enquanto (o Orkut) não está integrado”, afirma Mehta.


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terça-feira, 27 de abril de 2010

Lei de Copyright da India determina que cópia para uso pessoal é lícito

Índia autoriza cópia para uso pessoal


Lei de Copyright da India determina que cópia para uso pessoal é lícito

Enquanto o mundo caminha para leis de copyright cada vez mais rígidas, obedecendo o lobby da indústria, a Índia dá um passo na direção certa.

A cópia privada, para uso pessoal, passa a ser “lícita” (como o “fair use” nos EUA). A lei também permite contornar restrições digitais para uso pessoal. Por exemplo, você pode quebrar a proteção de seu IPad para mover livros para o Kindle, ou vice-versa. Também torna legal fazer, distribuir e vender ferramentas para fazer isso.

http://www.boingboing.net/2010/04/22/indias-copyright-bil.html



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Blog Luis nassif

quinta-feira, 22 de abril de 2010

McAfee - atualização do antivírus trava computadores mundo à fora

Usuários pensarão duas vezes antes de renovar com McAfee, diz perito em segurança

O antivírus da empresa sofreu uma atualização errada e, a partir daí, passou a considerar um arquivo do próprio sistema operacional Windows como uma ameaça
22/04/2010 | 20:05 | Gladson Angeli

Depois que uma atualização do antivírus da McAfee travou milhares de computadores em vários países, na quarta-feira (21), a empresa pode sofrer uma fuga de usuários. Segundo o perito em segurança digital, Wanderson Castilho, quem foi afetado pelo Bug vai pensar duas vezes antes de renovar o contrato com a companhia, uma das maiores no ramo de software de segurança.


O programa sofreu uma atualização errada e, a partir daí, passou a considerar um arquivo do próprio sistema operacional Windows como vírus. Ao isolar o arquivo, o antivírus acabava travando a máquina. Há informações de hospitais, escolas e até delegacias que tiveram problemas. A companhia publicou ainda na quarta-feira uma atualização que corrige o erro. De acordo com a McAfee, foram afetados apenas usuários que rodam suas máquinas com Windows XP e com a atualização Service Pack 3.

Em um comunicado, o vice-presidente executivo da McAfee, Barry McPherson, o problema afetou menos de 1% das empresas usuárias e uma fração dos usuários domésticos dos produtos como o McAfee VirusScan Plus, McAfee Internet Security Suite e McAfee Total Protection. Segundo a empresa, o software havia passado por todos os testes de qualidade. Mesmo assim, a empresa pediu desculpas pelos transtornos.

De acordo com Castilho, apesar de problemas semelhantes já terem acontecido com outras empresas, o fato não pode ser considerado comum. “É uma grande falha. É a assombração para todos os fabricantes de software”, disse. Segundo o perito, as empresas fabricantes de antivírus têm mapeados todos os arquivos operacionais. “Provavelmente foi uma série de erros que resultou neste problema”, afirmou.

Para o perito, a falha deve abalar a credibilidade da empresa junto aos usuários. “As empresas de software são fundadas em valores intangíveis e qualquer coisa pode abalar esta estrutura”, disse.


A reportagem da Gazeta do Povo tentou ouvir a McAfee no Brasil, mas não obteve resposta. 
 
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sexta-feira, 16 de abril de 2010

Festival Latinoamericano de Instalacion de Software Livre

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Mais informações, clique aqui

Novo "Office Starter" substituirá o Microsoft Works

A Microsoft está preparando uma nova versão do seu popular pacote de aplicativos de escritório, o Microsoft Office. Batizada de "Office Starter 2010", ela será composta pelo Microsoft Word e Microsoft Excel em versões com "funcionalidade reduzida" e publicidade online, e será embarcada em PCs de baixo custo de diversos fabricantes.

Segundo Eduardo Campos de Oliveira, Gerente Geral de Produtividade da Microsoft Brasil, o pacote é voltado ao consumidor que está comprando seu primeiro PC, precisa de um editor de textos e planilha de cálculos mas não necessita de recursos avançados. Por isso, Word e Excel não terão funções como Macros, Smart Art ou Tabelas Dinâmicas. Entretanto, eles manterão total compatibilidade com documentos criados em suas versões completas.

Uma barra lateral exibirá dicas de uso dos programas, bem como publicidade relacionada. "Por exemplo, teremos anúncios que levarão o usuário a modelos para currículos ou planilhas de controle de orçamento doméstico disponíveis gratuitamente no Office Online", diz o executivo.

Office Starter 2010 - 500px
Office Starter 2010: Funções reduzidas e anúncios na lateral


Também haverá integração com ferramentas online, como a publicação de documentos no Windows Live e a possibilidade de upload e edição de textos e planilhas dentro do navegador com as novas Office Web Apps, versões online dos aplicativos do Microsoft Office que são uma das novidades no Office 2010.

Usuários do Office Starter poderão adquirir um "upgrade" para as versões completas (Home & Student, Home & Business e Professional) do Microsoft Office 2010 a qualquer momento, seja através de download, cartões com códigos de ativação ou a tradicional caixinha nas lojas. Entretanto, não haverá preço diferenciado na atualização. "Não temos um desconto porque o usuário não pagou pelo Office Starter, ele é gratuito", diz Campos.

O Microsoft Office Starter também substitui o Microsoft Works, pacote de aplicativos que era a opção preferida dos fabricantes e integradores que desejavam oferecer uma solução Office de baixo custo com seus equipamentos. Com seu lançamento, o Works deixa de existir.

Com o novo produto a Microsoft espera reduzir a frustração de usuários que adquiriram seu primeiro computador mas só ao chegar em casa descobrem que o Office é um componente à parte, e também a pirataria. As primeiras máquinas equipadas com o Microsoft Office Starter devem chegar ao mercado em meados de 2010, na mesma época do lançamento do Microsoft Office 2010. O produto não estará disponível para download.
 
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quarta-feira, 14 de abril de 2010

Microsoft oferece aluguel de sistemas na web

Microsoft traz o Windows de ‘aluguel’

Valor on line
André Borges, de SP
13/04/2010

Uma tendência que o mercado tem chamado de computação “em nuvem”, leia-se internet

A Microsoft começa a vender hoje seus programas no Brasil por meio de um novo sistema pelo qual o usuário paga exatamente pelo que consome. Assim, ele pode usar o Windows por US$ 0,12 a hora e pagar a conta no fim do mês, com o cartão de crédito. A maior empresa de software do mundo, sinônimo da venda de sistemas por meio de licenças por usuário, decidiu aderir definitivamente ao modelo do micropagamento.

Essa mudança radical na forma de vender software só foi possível graças a uma tendência que o mercado tem chamado de computação “em nuvem”, leia-se internet. Nesse modelo, do lado do usuário, basta ter um computador com acesso à rede, um login e uma senha de acesso. A fornecedora do software faz o resto, rodando tudo em seus próprios centros de dados instalados mundo afora.

Abaixo, a matéria completa:



Microsoft oferece aluguel de sistemas na web

Do Valor
André Borges, SP
13/04/2010

Que tal usar o sistema operacional Windows por US$ 0,12 (mais impostos) a hora e pagar a conta no fim do mês, pelo cartão de crédito, ou ainda comprar um pacote de sistemas de colaboração por US$ 10 por mês? É dessa forma que a Microsoft começa a vender hoje alguns de seus sistemas para o mercado brasileiro. A maior empresa de software do mundo, sinônimo da venda de sistemas por meio de licenças por usuário – o modelo mais tradicional de se comprar programas de computador – decidiu aderir definitivamente ao modelo do micropagamento, pelo qual o usuário paga exatamente por aquilo que usa.

Essa mudança radical na forma de vender software só foi possível graças a uma tendência que o mercado tem chamado de computação “em nuvem”, leia-se internet. A ideia do conceito é que uma companhia não precisa mais comprar dúzias de equipamentos de grande porte, como servidores, e uma infinidade de licenças de software para que sua empresa passe a contar com um departamento de tecnologia da informação (TI). No modelo da nuvem, tudo isso passa a ser oferecido pelo próprio fabricante do software. Do lado do usuário, basta ter um computador com acesso à internet, um “log in” e uma senha de acesso.

Com essa abordagem, a Microsoft quer expandir o uso de seus programas. Em vez de gastar R$ 700 numa licença do sistema operacional Windows, por exemplo, a empresa usuária faz um pagamento mensal com o preço atrelado ao tempo de uso. Com mais US$ 0,15 por mês, também é possível alugar 1 GByte de espaço para armazenar informações. E por aí vai. Entre as formas de contratação do software – que passa a ser acessado como um serviço – a Microsoft montou pacotes de ofertas, como se fosse uma companhia de TV por assinatura, em que o usuário escolhe a oferta que preferir. “Não abrimos mão do modelo tradicional de venda de sistemas. A Microsoft continua apostando na oferta de licenças”, comenta Eduardo Campos de Oliveira, gerente geral de produtividade e colaboração da Microsoft. “O que estamos oferecendo é opção de escolha.”

A aquisição de software com um serviço pode não ser a melhor escolha para a empresa, dependendo do número de usuários que ela tiver e de sua intensidade de uso. O que se recomenda é fazer uma comparação para enxergar as vantagens no longo prazo. Para testar o “Windows Azure”, como foi batizada a versão de aluguel do sistema, a Microsoft experimentou o recurso com 70 companhias. De maneira geral, se uma empresa possui mais de 50 licenças de Windows, ela pode ser uma boa candidata a migrar seus sistemas para a nuvem.

Além do sistema operacional, a companhia de Bill Gates também levou para a nuvem um pacote de sistemas de produtividade, que inclui programas como Exchange e SharePoint, entre outros. Durante 30 dias, 2 mil testaram o serviço. Os pilotos demonstraram que o aluguel é boa escolha em operações com mais de 250 usuários.

No segundo semestre deste ano, a Microsoft deve anunciar a migração para a nuvem de um de seus best-sellers: o pacote Office, que inclui programas como o Word e o Excel. No Brasil, estima a companhia, há um mercado de US$ 2 bilhões para ser explorado, sem incluir nesta conta o faturamento com o Windows.
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terça-feira, 13 de abril de 2010

Comitê vê risco de fraude em urnas

OAB vai ao TSE contra fraude

Do repórter Vandson Lima, do ‘Valor Econômico’:

“Um comitê formado por representantes de partidos e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) que acompanham o desenvolvimento dos sistemas usados na urna eletrônica brasileira desde 2004 entregará hoje ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Carlos Ayres Britto, um relatório de 105 páginas que aponta riscos de fraude nas eleições de outubro. O relatório será entregue amanhã a integrantes da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados (CCJ), responsáveis pela minirreforma eleitoral aprovada em setembro de 2009.

“O TSE afirma que seu sistema é transparente e os partidos têm como auditar o resultado. Nós estamos dizendo que isto é falso. A sociedade brasileira não tem como controlar ou detectar tentativas de fraudes informatizadas, principalmente se a origem for interna”, diz o engenheiro Amilcar Brunazo Filho, um dos autores do relatório.

Na avaliação do grupo, denominado Conselho Multidisciplinar Independente (CMind), se algum agente interno tentar fraudar as eleições eletrônicas, a fiscalização externa exercida por partidos políticos, a OAB e o Ministério Público será incapaz de detectar a fraude. Isso ocorreria porque a confiabilidade do sistema eleitoral brasileiro dependeria de cerca de trinta pessoas, responsáveis pelo controle do software usado nas urnas.

“A auditoria externa permitida é totalmente dependente das pessoas que desenvolveram e controlam o sistema e também do próprio software das urnas eletrônicas”, diz Brunazo. O Cmind alega ainda que fiscais externos não terão como perceber se houver instalação de “malwares” (programas maliciosos) no sistema operacional das máquinas. Se instalado, um malware poderia, por exemplo, desviar votos brancos e nulos para um candidato. Ao final da votação, o malware poderia apagar a si mesmo da memória da urna, eliminando assim rastros que permitiriam a detecção da fraude.

Uma das maneiras de evitar problemas seria a impressão dos votos colhidos pelas urnas eletrônicas, o que permitiria a recontagem em caso de dúvidas. Tal possibilidade foi contemplada pela Lei 12.034/09, que deu prazo até 2014 para o TSE adaptar as urnas para a impressão dos votos. Mas o TSE enviou à CCJ um relatório em que defende a manutenção do sistema atual. O CMind diz que o tribunal distorceu o sentido de trabalhos de especialistas que usou para reforçar seus argumentos”.


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quarta-feira, 31 de março de 2010

A Internet - Guerra de Navegadores

A guerra dos browsers, navegadores de Internet, Internet Explorer e Netscape é conhecida por muitos, mas poucos sabem como ela de fato ocorreu.

Em um documentário do Discovery Channel, disponibilizado para ser assistido gratuitamente na Internet à partir do dia 03 de Setembro de 2008, o jogo sujo empreendido  nesta guerra é contado com detalhes.

Nele os próprios funcionários da Microsoft e da Netscape contam as suas versões dos fatos. Este vídeo mostra como a Microsoft age em suas "relações comerciais".

Não deixe de ver as gravações dos depoimentos do "Sr Gates" à justiça. O narrador o define com exatidão enquanto as imagens são mostradas. Vale a pena peder um tempinho e assistir o vídeo.

Assista parte do vídeo que está abaixo e entenda como foi.


sexta-feira, 19 de março de 2010

BB economiza milhões com software livre também na Nossa Caixa

O Banco do Brasil, um dos maiores usuários corporativos de software livre do mundo, começou a implantar esse tipo de software no Banco Nossa Caixa, incorporado recentemente pelo BB.

O primeiro software a equipar as máquinas da Nossa Caixa é a suíte de escritório BrOffice.org, que possui funções equivalentes ao MS-Office. O pacote já foi instalado em mais de 16 mil estações da Nossa Caixa, possibilitando a edição de documentos no padrão aberto ODF.

A economia estimada em licenças com o uso de software livre por parte do BB, que adota essa solução desde 2003, já ultrapassa R$ 100 milhões.

A Instituição usa Linux em mais de 80 mil estações de trabalho e seis mil servidores de agências. O BrOffice.org está em mais de 100 mil computadores.

A Empresa também está equipando todas as máquinas de seu parque de terminais de caixa eletrônico com esse tipo de software. Ao todo são mais de 40 mil terminais. No momento, mais de mil caixas eletrônicos híbridos – que atendem clientes do BB e da Nossa Caixa – operam com o sistema Linux.
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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Lara Croft vira nome de rua na Inglaterra

Lara Croft, protagonista da série de jogos Tomb Raider, cujo episódio original foi criado pela produtora Core Design, da cidade de Derby, Inglaterra, é homenageada pelos moradores locais e dará nome a uma viela, uma pequena rua, Lara Croft Way. 

As autoridades da cidade promoveram uma votação para que os moradores locais escolhessem o nome da pequena rua. Além de Lara Croft Way, havia outras opções entre personalidades como Steve Bloomer, jogador do time local Derby County, além do astrônomo John Flamsteed e do engenheiro George Sorocold.
Lara Croft foi escolhida por 89% dos 27 mil dos participantes que, diz o canal BBC, acreditam que a heroína é a mais famosa mulher da cidade.

Lucy Care, o conselheiro local, disse que "a votação realmente capturou a imaginação de todo o mundo e, apesar de eu não ter conhecimento sobre jogos, aceitei que essa maioria de 89% escolhendo Lara Croft é demais para ser ignorada".

"Ela (a heroína virtual Lara Croft) foi criada em Derby e merece estar ao lado de alguns dos mais tradicionais ícones da cidade", reforça Care.

A ruazinha Lara Croft Way vai fazer a ligação entre as ruas Osmaston e Burton e custará cerca de R$ 101 milhões aos cofres públicos.

Personagem
Lara Croft foi criada pelo designer Toby Gard e seu primeiro modelo tridimensional possuía apenas 230 polígonos, enquanto o modelo mais recente foi construído com extamente 32.816 polígonos, segundo Eric Lindstrom, diretor de criação do jogo Tomb Raider Underworld, mais recente episódio estrelado pela heroína.

Croft estrelou nove jogos eletrônicos, algumas séries de histórias em quadrinhos e, nos cinemas, foi intepretada pela atriz Angelina Jolie em dois filmes. A produtora Core Design faliu e foi comprada por uma equipe de ex-colaboradores, que fundou a produtora Rebellion Derby, também da cidade de Derby, Inglaterra. 


Fonte do Post: