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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Se Serra é machista, o que as eleitoras dele são?

O machismo de José Serra


29/10/2010


via blog viomundo


Já era de conhecimento público o machismo de José Serra. Em 2009, FHC descreveu Serra para a revista Piauí:
“Antes de decidir, ele ouve bastante gente, mas leva mais a sério as mulheres. Como o Serra é muito competitivo, qualquer conversa dele com um homem tende a se tornar um embate. E com as mulheres ele acha que não tem competição”.
FHC
Essa visão de superioridade masculina sobre as mulheres marca os comentários de José Serra. Ele reproduz o cânone machista que inferioriza a mulher, retira dela a autonomia e a transforma em objeto de seus interesses políticos.

José Serra flerta com jornalista quando está sendo entrevistado. E mesmo se dizendo cristão devoto, afirma que na política pode-se ter amantes, desde que seja de forma discreta.

Ele não tem pudor em usar e descartar mulheres na campanha, mesmo que sejam parentes. Colocou a esposa para atacar Dilma falando de aborto. Confrontado sobre esses ataques durante debate televisivo, optou por se calar ao invés de explicar a situação ou defender o posicionamento da esposa. Quando veio a público que Monica e José Serra haviam feito um aborto, Monica foi afastada da campanha.

Ele também usou a filha Veronica: trouxe a público a quebra de sigilo fiscal de Veronica, ocorrida em 2009, acusando o PT de ser o responsável pela quebra de sigilo. No entanto, a quebra de sigilo resultou de disputa entre tucanos mineiros e paulistas. Assim que começaram a divulgar a responsabilidade dos tucanos, e irregularidades sobre Veronica a respeito de quebra de sigilo de brasileiros se tornaram matéria de capa na Carta Capital, Veronica foi convenientemente tirada de foco.

A última pérola machista aconteceu ontem, 28/10/2010. Em Uberlândia, José Serra afirmou:
“Se você é uma menina bonita, tem que conseguir 15 votos. Pegue a lista de pretendentes e mande um e-mail. Fale que quem votar em mim tem mais chance com você”.
 José Serra
Com isso, ele está sugerindo que função de mulher ser cabo eleitoral, manipulando “pretendentes” (vocabulário do século XIX!), trocando atenção masculina por votos. Em resumo: agir como prostituta, não para obter dinheiro e se sustentar, mas para obter votos para ele. No Twitter, Serra foi duramente criticado e recebeu a hashtag SerraCafetao, que está tendo grande repercussão.

Atenção para o “menina bonita“, que descarta, de uma vez só, as mulheres adultas e as mulheres feias (quem define “feiúra”, se beleza não é um padrão universal?) José Serra está reforçando a misoginia e deixando evidente o contexto machista de toda a campanha eleitoral tucana: papel de mulher é ser bonita, obediente e disposta a favores sexuais em nome de um candidato.

Outros episódios serristas podem ser elencados, como a constante tentativa de desqualificar em termos machistas a candidata Dilma Rousseff.

Fica claro que, para José Serra, lugar de mulher é sob as ordens dele. Ele até ouve os conselhos (será que ouve críticas também?) das mulheres, e depois as deixa em segundo plano, retirando-as do limbo somente quando necessário para atingir fins políticos. Se não os atinge, elas são descartadas e ignoradas.

Fato: José Serra é machista. Ao expor seu machismo continuamente, acaba por perder o respeito das mulheres que têm autonomia, que não querem ser manipuladas, que se recusam a agir como prostitutas eleitorais.


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quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Essa eleição é a mais suja e rasteira da história política do Brasil

O PiG se afundou na farsa do segundo turno

Publicado em 29/09/2010
Em,Conversa Afiada, PHA













Este é o último argumento do Serra
A manchete do Globo é: “Em queda, Dilma pede PT nas ruas“.

Na Folha (*), fabricante do Datafalha, a manchete de primeira página é: “Dilma tenta frear perda de voto com apelo à militância“.

O Estadão, que resiste à queda do Palácio de Inverno, em São Petesburgo, traz a seguinte manchete: “PT mobiliza militância contra queda de Dilma“.

A farsa foi desmascarada no mesmo dia com a corajosa entrevista de Marcos Coimbra ao Azenha.

No dia seguinte, o Ibope e a Sensus mostram o que já se sabe há 28 dias, inalteradamente: Dilma vence no primeiro turno.

O PiG precisava de um segundo turno para que a máquina da Lunus 2010 pudesse voltar a “produzir” “reportagens” com fontes ligeiramente mais fidedignas do que o presidiário Quícoli.

A Central da Lunus 2010 precisaria de mais tempo para destruir Lula e a Dilma com uma bala de prata só.

O Conversa Afiada já revelou o “Manual para o Ali Kamel dar o golpe“.

O Conversa Afiada relembra que, segundo esse “Manual”, o Ali Kamel ainda dispõe de alguns artifícios.

É o triste fim do jenio: depende de uma testemunha-bomba Clique aqui e leia.


Ou melhor, fim melancólico.

Clique aqui para ler “Sensus: Dilma no primeiro turno. Jogue o Datafalha no lixo”

E aqui para ler “Até o Globope desmoraliza o Datafalha: Dilma no primeiro turno”.


Paulo Henrique Amorim


(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

Aproveite e leia mais sobre o PIG;

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Os e-mails falsos sobre Dilma... Essa é a campanha mais golpista que existiu...


Todos os emails falsos sobre Dilma Rousseff



Essa é uma compilação dos emails falsos que circulam nesta campanha sobre Dilma Rousseff e seus respectivos desmentidos. Cada link remete ao leitor ao texto em questão.

Leiam, é importante:


    FONTES:

    Aproveite e leia também sobre o jogo sujo da mídia nativa, mais conhecido nos Blogs como PIG;
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    terça-feira, 21 de setembro de 2010

    Que animação...

    Alvo de chacota de Lula por não realizar comícios, José Serra foi ao palanque em Sergipe, nesta sexta (17). Deu-se na cidade de Itabaiana.Ao lado de João Alves (DEM), candidato ao governo sergipano, o presidenciável discursou para uma platéia estimada em 150 pessoas.Serra testemunhou ao vivo um fenômeno que se reflete no favotismo atribuído pelas pesquisas à rival Dilma Rousseff.

    Imagem da carreata de José Serra...Olha a animação!
    “Quanta animação. Carreata de Serranic em Aracaju ainda há pouco. Nossa, só alegria!” Em meio à ironia, um link conduzia os internautas para a foto reproduzida acima. 
    A certa altura, o presidenciável tucano dirigiu à audiência uma pergunta: "Quem soube desse novo escândalo na Casa Civil?"

    Submetido a um número diminuto de mãos levantadas, Serra tentou insistir: "Um escândalo grave, centenas de milhões de reais".E a platéia nem tchum. Rendido às evidências, Serra mudou de assunto. Conduziu a prosa em direção à sua biografia.(Trecho do blog do Josias tucano)

    Sem presença do PSDB sergipano

    O candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, esteve em Aracaju no final da tarde desta sexta-feira (17) para participar de campanha de João Alves Filho (DEM), candidato ao Governo de Sergipe.

    Membros do partido no Estado não compareceram ao ato - entre eles, o deputado federal e candidato ao Senado, Albano Franco, a principal liderança tucana no Sergipe.

    Questionado sobre o apoio do PSDB sergipano a sua campanha, Serra mostrou-se surpreso e disse que tinha o partido ao seu lado. “Vamos vê-los” resumiu o tucano, para em seguida ser interrompido pelo candidato do DEM. “Ele foi convidado”, disse João Alves Filho sobre a ausência de Albano Franco.

    Mesmo com a pressão das executivas nacionais do PSDB e do DEM, os dois partidos não estão juntos em Sergipe na eleição deste ano. Albano Franco disse ter desistido da aliança com os democratas depois que integrantes do partido fizeram críticas a ele publicamente.

    O senador Sérgio Guerra, presidente do PSDB nacional, e o deputado federal Rodrigo Maia (RJ), presidente do DEM, até estiveram em Aracaju para negociar uma aliança no Estado, mas não conseguiram um acordo. Na propaganda eleitoral do PSDB em Sergipe, são raras as manifestações de candidatos pedindo voto para José Serra.
     
     
     

    Grupo Abril e PSDB - Pagando com dinheiro público pelos serviços prestados

    Por que a VEJA
    dá o Golpe pelo Serra

    O mensalão da Editora Abril

    Daniel Bezerra, editor geral

    Numa minuciosa pesquisa aos editais publicados no Diário Oficial (DO), o blog descobriu o que parece ser um autêntico “mensalão” pago pelo tucanato ao Grupo Abril e a outras editoras.

    Veja algumas das mamatas:

    - DO [Diário Oficial] de 23 de outubro de 2007.
    Fundação Victor Civita. Assinatura da revista Nova Escola, destinada às escolas da rede estadual. Prazo: 300 dias. Valor: R$ 408.600,00. Data da assinatura: 27/09/2007. No seu despacho, a diretora de projetos especial da secretaria declara ‘inexigível licitação [entenda... sem concorrência], pois se trata de renovação de 18.160 assinaturas da revista Nova Escola’.

    - DO de 29 de março de 2008. Editora Abril.
    Aquisição de 6.000 assinaturas da revista Recreio. Prazo: 365 dias. Valor: R$ 2.142.000,00. Data da assinatura: 14/03/2008.

    - DO de 23 de abril de 2008. Editora Abril. Aquisição de 415.000 exemplares do Guia do Estudante. Prazo: 30 dias. Valor: R$ 2.437.918,00. Data da assinatura: 15/04/2008.

    - DO de 12 de agosto de 2008. Editora Abril. Aquisição de 5.155 assinaturas da revista Recreio. Prazo: 365 dias. Valor: R$ 1.840.335,00. Data da assinatura: 23/07/2008.

    - DO de 22 de outubro de 2008. Editora Abril. Impressão, manuseio e acabamento de 2 edições do Guia do Estudante. Prazo: 45 dias. Valor: R$ 4.363.425,00. Data daassinatura: 08/09/2008.

    - DO de 25 de outubro de 2008.
    Fundação Victor Civita. Aquisição de 220.000 assinaturas da revista Nova Escola. Prazo: 300 dias. Valor: R$ 3.740.000,00. Data da assinatura: 01/10/2008.

    - DO de 11 de fevereiro de 2009. Editora Abril. Aquisição de 430.000 exemplares do Guia do Estudante. Prazo: 45 dias. Valor: R$ 2.498.838,00. Data da assinatura: 05/02/2009.

    - DO de 17 de abril de 2009. Editora Abril. Aquisição de 25.702 assinaturas da revista Recreio. Prazo: 608 dias. Valor: R$ 12.963.060,72. Data da assinatura: 09/04/2009.

    - DO de 20 de maio de 2009. Editora Abril. Aquisição de 5.449 assinaturas da revista Veja. Prazo: 364 dias. Valor: R$ 1.167.175,80. Data da assinatura: 18/05/2009.

    - DO de 16 de junho de 2009.
    Editora Abril. Aquisição de 540.000 exemplares do Guia do Estudante e de 25.000 exemplares da publicação Atualidades – Revista do Professor. Prazo: 45 dias. Valor: R$ 3.143.120,00. Data da assinatura: 10/06/2009.
    Negócios de R$ 34,7 milhões.
    Somente com as aquisições de quatro publicações “pedagógicas” e mais as assinaturas da Veja, o governo tucano de José Serra transferiu, dos cofres públicos para as contas do Grupo Civita, R$ 34.704.472,52 (34 milhões, 704 mil, 472 reais e 52 centavos).
    A maracutaia é tão descarada que o Ministério Público Estadual já acolheu representação do deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP) e abriu o inquérito civil número 249 para apurar irregularidades no contrato firmado entre o governo paulista e a Editora Abril na compra de 220 mil assinaturas da revista Nova Escola.

    Esta “comprinha” representa quase 25% da tiragem total da revista Nova Escola e injetou R$ 3,7 milhões aos cofres do ‘barão da mídia’ Victor Civita. Mas este não é o único caso de privilégio ao Grupo Abril. O tucano Serra também apresentou proposta curricular que obriga a inclusão no ensino médio de aulas baseadas nas edições encalhadas do ‘Guia do Estudante’, outra publicação do grupo.

    Fonte do Post:



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    terça-feira, 14 de setembro de 2010

    A Abril Cultural perde mais uma...

    Juiz julga improcedente ação da Abril

     




    Acabo de ser comunicado por meu advogado, Gilberto Jabur, que a 1a Vara Civel de São Paulo julgou improcedente a ação que a Editora Abril impetrou, em relação à série "O Caso de Veja".

    A sentença do juiz Gilberto Ferreira da Cruz:

    (...) Como dito em decisões anteriores em casos assemelhados, este magistrado, mesmo sensibilizado com a situação vivida pela autora, não pode se afastar do sistema constitucional em vigor para a equilibrada e imparcial apreciação do fato. Nesse diapasão, as provas documentais incontestes evidenciam que não resultou caracterizado o alegado abuso na liberdade de imprensa ou de expressão dos réus, ou mesmo ofensa à honra ou imagem da autora, porquanto o corréu LUIS NASSIF, utilizando-se de "linguagem vivaz" (Nelson Hungria) aceitável e não exorbitante – ausente difamação ou calúnia – limitou-se a exercer o seu direito de crítica e de liberdade de manifestação e pensamento a respeito da revista VEJA, não podendo esse exercício acarretar responsabilidade civil, sob pena de ferir direito constitucionalmente garantido (art. 5º, inciso IV, CF).

    A esse respeito, observa O. L. RODRIGUES JÚNIOR (in BONAVIDES, P., MIRANDA, J. e AGRA, W. M. (coord.), Comentários à Constituição Federal de 1988, Rio de Janeiro, Forense, 2009, p. 97): "A liberdade de manifestação do pensamento, protegida no inciso IV, pode assumir diferentes formas, a depender de seu conteúdo. Essa liberdade é contida na liberdade de expressão em sentido lato. Manifestar o que se pensa é expressar suas concepções pessoais, religiosas, filosóficas, artísticas, científicas e existenciais a outrem. Essa acepção lata da manifestação é denominada, na doutrina alemã, de liberdades de comunicação (kommunikativer Freiheinten) ou comunicativas (kommunicationsfreihenten), que abrangem a liberdade de expressão em sentido estrito (liberdade de opinião), liberdade de informação, liberdade de imprensa, liberdade de comunicação em sentido estrito (radiodifusão e comunicação)."

    Destarte, ausentes os pressupostos da responsabilidade civil: a ilicitude da conduta dos réus e a ocorrência de dano. Em reforço – diante da controvertida jurisprudência consolidada sobre o evento no E. Tribunal de Justiça de São Paulo, com os mesmos réus e outras partes no pólo ativo – filio-me ao ponto de vista jurídico da improcedência, exempli gratia, (nota: a sentença sobre o caso Mário Sabino):

    APELAÇÃO 990.10.155751-7, Relator Desembargador Vito Guglielmi (fls. 1074/1085): CONDIÇÕES DA AÇÃO. LEGITIMIDADE PASSIVA. OCORRÊNCIA. AÇÃO INDENIZATÓRIA POR DANOS MORAIS EM RAZÃO DA PUBLICAÇÃO DE ARTIGOS SUPOSTAMENTE OFENSIVOS À PESSOA DO AUTOR EM BLOG. PROPOSITURA CONTRA O AUTOR DO BLOG E O PORTAL ELETRÔNICO EM QUE SE ENCONTRA A PÁGINA.

    (...) AUSÊNCIA DE ILICITUDE. PUBLICAÇÃO DE SÉRIE DE ARTIGOS EM BLOG COM REFERÊNCIAS À PESSOA DO AUTOR. INFORMAÇÕES, ENTRETANTO, RESTRITAS ÀS OPINIÕES PESSOAIS DO ARTICULISTA ATINENTES À FORMA DE TRABALHO DO DEMANDANTE E AO SEU JUÍZO DE VALOR EM RELAÇÃO A CERTAS CIRCUNSTÂNCIAS PROFISSIONAIS. AUSÊNCIA DE CONOTAÇÃO OFENSIVA PESSOAL. CRÍTICAS QUE SE DIRIGEM, NO CONTEXTO, À PUBLICAÇÃO DA QUAL É O REQUERENTE REDATOR CHEFE. TEOR CRÍTICO, ADEMAIS, QUE É PRÓPRIO DA ATIVIDADE DO ARTICULISTA. DECISÃO DE PROCEDÊNCIA AFASTADA, PREJUDICADO O EXAME DOS DEMAIS PEDIDOS RECURSAIS. SUCUMBÊNCIA ATRIBUÍDA INTEGRALMENTE AO AUTOR. RECURSOS DE APELAÇÃO PROVIDOS.

    Em epílogo, as testemunhas ouvidas durante a instrução, SAMUEL e ALBERTO (fls. 1062/1065), nada de útil ou sólido trouxeram capaz de contribuir, com eficiência, ao deslinde da questão. O mais não pertine. Pelo exposto, e por tudo o mais que dos autos consta, julgo IMPROCEDENTE ação de indenização proposta por EDITORA ABRIL S.A. contra INTERNET GROUP DO BRASIL LTDA (IG) e LUIS NASSIF.

    Sucumbente, condeno a autora ao pagamento da custas processuais e honorários advocatícios para cada um dos patronos dos réus que fixo, com equidade e razoabilidade (CPC, art. 20, § 4º), em R$ 3.000,00, com correção monetária desde hoje pelos índices da tabela prática do Tribunal de Justiça de São Paulo. P. R. I. C. São Paulo, 01 de setembro de 2010. GILBERTO FERREIRA DA CRUZ Juiz de Direito 

    sábado, 21 de agosto de 2010

    Mais outra armação da mídia - o PIG - e Serra é desmascarada pelos blogs

    Assessor do PSDB fez pergunta a Serra no debate presidencial



    Só depois que este blog com exclusividade, denunciou a armação da Folha (clique e leia), eis que finalmente o jornal confessou o truque para favorecer o candidato do jornal. Em algumas linhas, a Folha, diz; Uma das 12 perguntas selecionadas para o debate presidencial Folha/UOL é de autoria de um assessor técnico do PSDB (uma não, várias das 12 perguntas foram feitas por tucanos. Clique aqui e veja mais dois).

    Kléber Maciel Lage, de 41 anos, trabalha há 24 anos na Câmara dos Deputados, nove deles na assessoria de orçamento do PSDB.

    Economista, Lage afirma que é "um técnico" e que enviou a pergunta como "cidadão". "A gravação foi no meu quarto, ninguém sabia."  
    ...Me engana que eu gosto!

    Na questão, ela indagava o que José Serra (PSDB) faria para acabar com o "toma-lá dá-cá" de cargos. O tucano respondeu que a administração federal é palco de "troca-troca desavergonhado".

    A Folha diz que as  perguntas ficaram disponíveis na internet, e as equipes de campanha podiam manifestar restrições. Porém não apresentaram qualquer objeção...  A Folha errou. Nós protestamos!

    A Folha diz que desconhecia a ligação de Lage com o PSDB. Bom, ai a Folha já está querendo brincar com nossa inteligência. Todos sabem que José Serra sabia quem era o Kleber. E a Folha também.Veja a maracutaia

    Agora vocês entenderam porque José Serra acusou o governo de financiar 'blogs sujos' e perseguir jornalistas? Serra e Folha sentiram o golpe do nosso blog. sujo O nome do assessor tucano  aparece aqui, na página da Câmara dos Deputados.
    Estamos de olho...
    Fonte: Os amigos do Presidente Lula 

    Leia outras armações de Serra:

    Aproveite e leia sobre as armações do PIG, a grande mídia:  


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    sexta-feira, 20 de agosto de 2010

    PSDB tenta barrar anúncio de delegados de SP na mídia... êita!... isso que é "apoiar a liberdade de Imprensa"... será!

    São eles que dizem: PSDB - Pior Salário do Brasil

    O Conversa Afiada reproduz post do Portal Vermelho:

    Tucanos tentam barrar anúncio de delegados de SP na mídia

    A Associação dos Delegados de Polícia de São Paulo (Adpesp) recebeu, na última sexta-feira, notificação judicial para suspender a veiculação no Estado de uma campanha publicitária de protesto às condições de trabalho e salariais da categoria.

    Segundo informações da Adpesp, o mandado de suspensão teria sido impetrado pelo PSDB estadual, sob a alegação de que a campanha é uma propaganda eleitoral negativa. Procurado pelo Estado, o PSDB-SP não se pronunciou sobre o assunto. Ontem (19), em evento da Associação Nacional de Jornais (ANJ), o candidato do PSDB à presidência da República, José Serra, deitou falação para defender a liberdade de imprensa e a liberdade de expressão. Mas parece que seu partido não gosta muito que os servidores públicos usufruam desta liberdade.

    A assessoria de imprensa do candidato do PSDB ao governo, Geraldo Alckmin, informou que se tratava de uma ação partidária e não da campanha.


    Clique aqui para ler a matéria na íntegra.

    Confira o vídeo divulgado pela ADPESP (Associação dos Delegados de Polícia de São Paulo):



    Em tempo: o Conversa Afiada publicou o vídeo acima na home do portal.

    A Associação dos Delegados de Polícia de São Paulo (ADEPESP) comprou, para este anúncio, 200 mil exibições no portal.

    Por causa do sucesso do vídeo, o departamento comercial do Conversa Afiada decidiu prolongar a campanha.

    Encerramos com uma entrega total de 331.958 exibições.

    Ou seja, 65% além do previsto.

    O Conversa Afiada gostaria de informar que os anúncios das ADEPESP serão sempre bem-vindos no portal.

    Geórgia Pinheiro, diretora do Conversa Afiada

    Fonte: Conversa Afiada - PHA

    Mais uma armação de Serra e a Mídia... do site de Paulo Henrique Amorim


    Quantos tucanos foram escolhidos na platéia ?

    O Conversa Afiada reproduz post do blog Amigos do Presidente Lula (aquele que a Dra. Cureau queria calar):

    Enquanto a Folha/UOL se justifica, mais dois ‘internautas’ tucanos foram escolhidos a dedo no debate

    Devido à grande repercussão da denúncia do nosso blog, que detectou partidarismo pró-Serra nas perguntas de internautas no debate Folha/UOL, eles publicaram outra notícia se justificando …



    Porém, enquanto a Folha/UOL se justifica, detectamos mais duas perguntas escolhidas a dedo pela Folha/UOL, também feitas por tucanos.

    Além do assessor da liderança do PSDB na Câmara dos Deputados, agraciado com a escolha de sua pergunta do jeito que Serra gosta, também teve o caso do internauta Romeu di Sessa, escolhido com uma pergunta tentando constranger Dilma (perguntou se ela não era uma candidata “improvisada”). Ele é servidor da Secretaria de Cultura do governo tucano de São Paulo (segundo o Diário Oficial, na figura abaixo), e documentarista de projetos junto à TV Cultura.





    Outra internauta escolhida a dedo, também é tucana: Juliana Fragetti. Fez uma pergunta agressiva e tendenciosa sobre aborto dirigida à Dilma. Ela faz parte do Movimento Franco Montoro, dentro do PSDB.



    Ao contrário do que diz a Folha/UOL, houve clara percepção de desequilíbrio na escolha das perguntas, com viés partidário.

    A quantidade de “internautas” tucanos selecionados só vem a comprovar o viés partidarizado na editoração das perguntas.

    Qualquer editor minimamente experiente, percebe viés partidário e dirigismo em perguntas tendenciosas, que fogem à objetividade, com acusações embutidas na pergunta. Quando selecionam de forma desequilibrada, é porque escolhem tomar partido.

    (*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que avacalha o Presidente Lula por causa de um  comercial de TV; que publica artigo sórdido de ex-militante do PT; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.



    quinta-feira, 19 de agosto de 2010

    Outro jogo sujo de Serra... Se é assim antes de eleito, imaginem então quando estiver com o poder total, a Presidência, em suas mãos...

    No rádio, Serra ataca Dilma usando voz parecida com a de Lula

     

    No rádio, Serra ataca: 
    “coisa do Lula,
    a Dilma diz ‘é meu’”


    19 de agosto de 2010

    Nesta quinta-feira (19), segundo dia de veiculação do horário eleitoral gratuito dos candidatos à presidência da República, o programa do candidato do PSDB, José Serra, fez críticas diretas, num jingle, à candidata Dilma Rousseff (PT), batendo na tecla de que a petista não está preparada para assumir o Palácio do Planalto.

    Ninguém sabe de onde veio, ninguém sabe o que ela fez/ mas diz que é dona de tudo, o Brasil inteirinho foi ela que fez/ Dona Dilma pega leve, porque o povo está reparando/ Tira a mão do trabalho do Lula, tá pegando mal que o Brasil tá olhando/ Tudo o que o Lula criou, ela diz: fui eu, fui eu/ Aquilo que é coisa do Lula a Dilma diz é meu, é meu, dizia o jingle.

    A inserção simulou um programa popular radiofônico, no qual dois locutores conversaram sobre a vida política de Serra. Após falar sobre os cargos ocupados pelo tucano, um personagem chamado “Zeca”, com a voz semelhante ao do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, elogiou Serra. “Tem que elogiar mesmo, até o presidente já elogiou”, afirmou. Em outro momento, o locutor falou que a candidata de Lula está “tentando pegar carona na garupa dele”.

    O programa destacou realizações do candidato como o seguro desemprego (leia), os remédios genéricos (leia mais) e os mutirões de saúde. Além disso, citando a questão do transporte público na Copa de 2014, os locutores aproveitaram para falar sobre a construção de metrô. “Em vez de enterrar bilhões naquele tal de trem caramelo (trem bala), ele vai investir para fazer 400 km de metrô nas capitais”, disse.

    Já o programa de Dilma Rousseff não citou, em nenhum momento, o adversário tucano. A inserção, chamada de “Estação Dilma 13″, apostou em depoimentos de brasileiros que falavam sobre a “mudança” promovida no País pelo governo Lula. Entre um jingle e outro, o presidente e a ex-ministra intercalaram suas falas. “Eu quero ressaltar que o futuro está começando sem que se interrompa o presente”, disse Dilma.

    Lula mostrou novamente seu apoio à candidata. “Ela foi a grande responsável pelas conquistas desse governo. Por isso anunciei sua candidatura, por isso estou com ela e peço: vote na Dilma, ela é a pessoa mais preparada para ser a presidente do Brasil”, afirmou.


    Uma das canções utilizadas no programa comparou ainda a história de vida de Lula e Dilma. Ele era muito pobre, ela tinha um pouco mais, mas os mesmos ideais, de uma causa muito nobre. (…) Ele foi líder sindical, ela competente representante. Eles mudaram o País com diálogo e ação, dizia a letra.

    Dilma falou sobre sua receita para o Brasil seguir mudando e destacou o combate à miséria, o investimento forte na educação e na segurança pública, além da melhoria da saúde. Mais uma vez, a candidata foi associada à imagem de mãe. “Quero liderar essa mudança com alma e coração de mulher e fazer, com amor de mãe, o que ainda precisa ser feito”, disse a petista. 



    Fonte do Post:

    Leia outras armações de Serra:

    Aproveite e leia sobre as armações do PIG, a grande mídia:  




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    terça-feira, 17 de agosto de 2010

    O caso LUNUS - O jogo sujo de FHC e Serra contra Roseana Sarney em 2002.

    O caso Lunus, por dentro



    Por Leandro Fortes
    (Brasília, eu vi)


    Seria apenas risível, não fosse, antes de tudo, muito grave, o surgimento de uma nova e alucinada versão sobre a operação da Polícia Federal, deflagrada em março de 2002, que resultou na apreensão de 1,3 milhão de reais na sede da construtora Lunus, em São Luís, no Maranhão. A empresa, de propriedade da governadora Roseana Sarney (PMDB) e do marido dela, Jorge Murad, tornou-se o epicentro de uma crise política que modificou os rumos da campanha eleitoral de 2002, justamente quando a direita brasileira parecia capaz de emplacar, finalmente, um candidato puro-sangue com real chance de chegar à Presidência da República. Na época, Roseana Sarney era do PFL, atual DEM, e resplandecia numa eficiente campanha de mídia como exemplo de mulher corajosa, determinada e, sobretudo, competente. Resguardada pelo poder do pai, o senador José Sarney (PMDB-AP), e pela aliança pefelista que sustentava o governo Fernando Henrique Cardoso, Roseana sonhou, de fato, em tornar-se a candidata da situação contra Luiz Inácio Lula da Silva.

    O desejo da família Sarney de retornar ao Palácio do Planalto revelava, em primeiro plano, o absoluto descolamento da realidade de um clã provinciano e truculento, incapaz de perceber o mundo além das fronteiras do Maranhão. Por outro lado, revelava, ainda, total desconhecimento dos métodos e da sanha de seu verdadeiro adversário, o tucano José Serra, empenhado em ser candidato pelo PSDB a qualquer custo. Serra, ao contrário de Roseana, tinha montado uma máquina de moer inimigos a partir de um "núcleo de inteligência" instalado na antiga Central de Medicamentos (CEME) do Ministério da Justiça, comandada pelo delegado da PF Marcelo Itagiba, atual deputado federal pelo PSDB.

    Itagiba, no entanto, era apenas o ponto de contato entre Serra a direção-geral da corporação, então nas mãos de outro tucano, o delegado Agílio Monteiro Filho, que chegou a se candidatar, sem sucesso, à Câmara dos Deputados, em 2002, também pelo PSDB. Em 2007, o delegado foi nomeado ouvidor-geral adjunto do Estado de Minas Gerais, uma espécie de ombudsman paroquial, pelo governador Aécio Neves. Um prêmio de consolação, convenhamos, para lá de meia-boca.

    Agílio Monteiro Filho comandou de longe uma operação montada em bases políticas, dentro do Palácio do Planalto, com o aval do presidente Fernando Henrique e de seu candidato à sucessão, José Serra.

    segunda-feira, 9 de agosto de 2010

    Mais uma de Serra, o mentiroso... é muita "cara de pau"

    A mentira:

    ANGELA LACERDA - Agência Estado

    O candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, disse ontem, em discurso no município metropolitano de Vitória de Santo Antão, que não vai inaugurar "licitação, pedra fundamental nem ordem de serviço", numa crítica ao governo Lula. "Juro por Deus, não vou", afirmou, ao lado do candidato ao governo de Pernambuco, Jarbas Vasconcelos (PMDB) e dos candidatos ao Senado Marco Maciel (DEM) e Raul Jungmann (PPS). "Eu vou inaugurar obras, nós vamos fazer acontecer".

    E ainda tem a cara de pau de jurar por Deus...

    Desmascarando o mentiroso:

    “Neste mês, Serra inaugurou a maquete de uma ponte em Santos, a pedra fundamental virtual de uma escola técnica estadual na capital paulista e, agora, organizou um evento para assinar a autorização para início de uma demolição. “Estamos no começo do começo da obra, mas logo estaremos no fim do começo”, disse o tucano. Operários da empresa contratada para o serviço posaram para fotos com o governador e foram saudados ao microfone por Serra.”


    Serra_maquete
    Inauguração da maquete da ponte Santos-Guarujá



    Fonte do post:
    Leia mais, sobre outras, do mentiroso:
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    quarta-feira, 28 de julho de 2010

    Depois de desmascarado pela blogosfera, Serra diz: "Não fui eu quem inventei genérico"

    Desde 2002,  nas eleições que disputou e nos programas do PSDB, José Serra se dizia e foi exaustivamente apresentado como o Pai dos Genéricos e o criador do Programa Nacional de DST/Aids, do Ministério da Saúde.


    O Viomundo denunciou aqui que Serra e o PSDB mentiam sobre os  genéricos. E aqui que mentiam sobre o Programa Nacional de DST/Aids. Provavelmente temendo ser desmascarado nos debates e no horário eleitoral,  Serra agora contou a verdade. Antes era propaganda enganosa, mesmo.


    A reação tucana veio depois que a candidata Dilma Rousseff (PT) reivindicou a paternidade dos genéricos para o ex-ministro do governo Itamar Franco, Jamil Haddad – já que o tema era uma das principais bandeiras da campanha de Serra.

    Em meio à polêmica sobre a paternidade dos medicamentos genéricos no país, o candidato José Serra (PSDB) admitiu nesta terça-feira que não “inventou” esse tipo de remédio.

    “Não fui que inventei [os medicamentos] genéricos. O genérico já existia como ideia. Eu nem sabia quando assumi o Ministério da Saúde”, disse o tucano ao discursar de festa oferecida para ele na casa da senadora Kátia Abreu (DEM), coordenadora da campanha de Serra no Tocantins.

    [até que enfim, levou oito (8) anos para que eles parassem de mentir sempre sob a tutela do PIG, que jamais questionou o PSDB e serra a respeito da mentira.]


    Fontes do Post:
    Leia mais:



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    domingo, 25 de julho de 2010

    Diogo Mainardi está saindo do país... para não ser preso!?.

     

    O fim de uma era de infâmia


    Diogo Mainardi está saindo do país. Na sua crônica, brinca com o medo de ser preso. É medo real. Condenado a três meses de prisão pelas calúnias contra Paulo Henrique Amorim, perdeu a condição de réu primário. Há uma lista de ações contra ele. As cíveis, a Abril paga - como parte do trato. As criminais são intransferíveis. E há muitas pelo caminho.

    Há meses e meses meus advogados tentam citá-lo, em vão. Foge para todo lado. A intimação foi entregue na portaria do seu prédio, mas os advogados da Abril querem impugnar, alegando que não foi entregue em mãos. Tudo isso na era da Internet, quando todo mundo sabe que ele está sendo procurado para ser intimado.

    A outra ação, contra Reinaldo Azevedo, esbarra em manobras protelatórias dos advogados da Abril. A ação prosperou porque colocada no Fórum da Freguesia do Ó - região da sede da Abril. Os advogados da Abril insistem em transferi-la para a Vara de Pinheiros.

    Minha ação de Direito de Resposta contra a Veja vaga há quase dois anos, devido à ação da juíza de Pinheiros. Primeiro, considerou a inicial inepta. Atrasou por mais de ano a ação. Em Segunda Instância, por unanimidade o Tribunal considerou a ação válida e devolveu para a juíza julgar. Ela se recusou, alegando que a revogação da Lei de Imprensa a impedia - o direito de resposta está inscrito na Constituição Federal.

    No caso da ação Mainardi-Paulo Henrique Amorim, ela absolveu Mainardi, alegando que as ofensas não passavam de mero estilo de linguagem que não deveriam ser levadas a sério. O disparate da sentença foi revelado pelo próprio TJ-SP ao considerar que o autor merecia uma condenação de três meses de prisão.

    O problema não é Mainardi. É apenas uma figura menor que, em uma ação orquestrada, ganhou visibilidade nacional para poder efetuar os ataques encomendados por Roberto Civita e José Serra.

    Quando passar o fragor da batalha, ainda será contado o que foram esses anos de infâmia no jornalismo brasileiro.



    Fonte do Post:





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    Mais uma do Serra - O mentiroso - De carona na popularidade presidencial


    Serra busca se passar por estar próximo de Lula, para confundir o eleitor e tomar voto de Dilma, puro jogo sujo. Senão vejamos:

    A última pesquisa eleitoral da VoxPopuli dá que 18% dos eleitores ainda não sabem que Dilma é candidata de Lula. Veja os números:
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    De acordo com a pesquisa Vox Populi divulgada agora à noite no Jornal da Band, a vantagem de Dilma Rousseff em relação a seu adversário é de 8 pontos.

    Na simulação de segundo turno, a vantagem também é de 8 pontos em favor da petista.
    • Pesquisa estimulada:Dilma 41%; Serra 33%; Marina 8%; 1% em outros candidatos; 4% de brancos ou nulos; 13% não souberam ou não responderam
    • Pesquisa espontânea:Dilma 28%; Serra 21%; Marina 5%; Lula 4%.
    • Segundo turno:Dilma 46%; Serra 38%
    • Rejeição:Serra 24%; Marina 20%; Dilma 17%
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    Ricardo Galhardo,
    | 23/07/2010 19:41

    Faltando seis meses para o término de seu mandato, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva continua com aprovação positiva de 78% dos eleitores, segundo a pesquisa Vox Populi/Band/iG divulgada nesta sexta-feira. É o mesmo índice da pesquisa anterior, divulgada no dia 29 de junho.

    Embora 33% tenham afirmado que votariam com certeza no candidato indicado por Lula e outros 31% que poderiam votar, dependendo do candidato, a maior parte dos entrevistados não vê riscos à continuidade dos programas do governo, seja quem for o próximo presidente.

    De acordo com a pesquisa, 36% acreditam que qualquer candidato manteria os programas com a mesma prioridade, 34% pensam que só Dilma Rousseff manteriam as políticas de Lula e 14% disseram que José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV) dariam continuidade mas com menos prioridade do que a petista.

    Dilma ainda não é identificada como a candidata de Lula por 18% dos entrevistados. Destes, 2% disseram que o candidato de Lula é Serra.
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    De carona na popularidade presidencial

     Washington Araújo
    em 20/7/2010
    Observatório da Imprensa

    De repente, o candidato parece ter sido vítima de pedrada na cabeça. É o que depreendo do título de matéria saído na Folha de S.Paulo de 17/7: "Lula e FHC são mais parecidos do que parece", afirma Serra. O texto é de uma sem-cerimônia de causar espécie. Vejamos como continua a matéria:
    "Ao fazer campanha pelo estado natal de Lula, o candidato tucano à presidência José Serra disse que é ‘amigo pessoal’ do presidente e que o líder petista e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ‘são muito mais parecidos do que parece’. ‘O ouvinte aqui pode estar surpreso, mas eu conheço os dois’, disse Serra em Recife (PE), em entrevista a uma rádio local. ‘Ambos são, embora de maneira diferente, meus amigos pessoais, independentemente das diferenças em política’."
    Na mesma linha segue o vetusto Estado de S. Paulo que, também em sua edição de 17/7, abre matéria com a manchete "Lula e FHC são mais parecidos do que parece". Publicou o jornal:
    "Indagado sobre quais seriam as semelhanças entre Lula e Fernando Henrique, respondeu: ‘São questões de natureza pessoal e psicológica, mas carinhosa. Ambos são, embora de maneira diferente, meus amigos pessoais independentemente das diferenças em política.’ Mais tarde, instado a explicar melhor a comparação, esquivou-se. ‘Foi uma observação curiosa, vai ficar por aí. Vou deixar todo mundo curioso’."
    Pensei: O que não faz um político para pegar carona de um presidente que bate seguidos recordes de aprovação popular? Todos, mas todos mesmo, à exceção de colunistas da Veja, Folha de S.Paulo e O Globo, querem tirar uma casquinha da popularidade presidencial e, para conseguir o intento, são até mesmo capazes de adulterar o que já assumia ares de senso comum: não existe nada mais diferente que Lula e FHC. Eles são tão parecidos quanto Barack Obama e Josef Stalin ou Leon Tolstoi e Ernest Hemingway ou, quem sabe, Ricardo Kotscho e Diogo Mainardi. Mais pessoas parecidas? Vamos lá. Lula e FHC são tão parecidos como parecidos são Edir Macedo e Roberto Irineu Marinho ou Michel Temer e Índio da Costa, ambos candidatos a vice-presidentes nas chapas de Dilma Rousseff e José Serra.
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    Para completar, no dia 22 sai mais essa no site do PSDB, segundo o jornal do Brasil:


    Aí fica clara a intenção do mentiroso. O bom, é que de tanto mentir ele se perde e se entrega. Na mesma "armação",  ao tentar colocar a Dilma com "más companhias" ele diz:
    "Quem vem comigo sabe como eu me comporto. É um pouco difícil ficar comparando quem tem quem. Num torneio, a candidata do governo perde no quesito más companhias."
    Fica evidente, segundo as afirmações do próprio site de Serra, que o Serra vence no quesito 'más companhias', já que Dilma perde. Então conclui-se, segundo afirmações do próprio site do Serra, que o Serra tem más companhias.
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    Diferenças e mais diferenças

     Washington Araújo
    em 20/7/2010
    Observatório da Imprensa


    Não precisamos ir muito longe para ir apontando diferenças. Mas, considerando que quem leu os jornais do dia 18 último poderia ingenuamente ser levado a concordar com a tonitruante assertiva do ex-governador paulista, uma vez que nenhum jornalista, articulista, colunista, comentarista de política ou de economia se atreveu a detalhar pontos de completa dessemelhança ou mesmo de alguma confluência, decidi listar apenas 10 dessemelhanças que saltam aos olhos do leitor imparcial:
    ** Lula tem sensibilidade social, FHC tem sensibilidade econômica. Lula criou o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social. FHC criou o Conselho Nacional de Desestatização.

    ** Lula brilha em cima de caminhões, dispõe de apenas três escassos diplomas – o conferido em sua juventude pelo Senai e os dois de presidente da República, outorgados pelo Tribunal Superior Eleitoral. FHC brilha na academia, é festejado como o "Príncipe da Sociologia Brasileira", é autor de diversos livros publicados em diversos idiomas.

    ** Lula viu o risco Brasil despencar para 200 pontos enquanto nos anos FHC o risco Brasil alcançou o recorde de 2.700 pontos. Lula pagou a dívida e ainda emprestou módicos US$ 10 bi ao FMI para socorrer a economia da Grécia. FHC não mexeu na dívida externa brasileira.

    ** Lula elevou o salário mínimo a US$ 210 (hoje está a US$280, aproximados), FHC deixou o salário mínimo no último ano de seu governo em exatos US$ 78. O dólar no governo Lula baixou a R$ 1,78 enquanto no governo FHC alcançou R$ 2,79.

    ** Lula reconstruiu a indústria naval brasileira. FHC em seus oito anos de mandato não tratou do assunto. Lula criou 10 novas Universidades federais, FHC não criou uma sequer. Lula criou 214 Escolas Técnicas Federais, FHC passou em branco.

    ** No governo Lula, os valores e reservas do Tesouro Nacional alcançaram a cifra dos 160 bilhões de dólares positivos (hoje está em aproximados 240Bilhões), no governo FHC este saldo era negativo em exatos 185 bilhões de dólares negativos. Lula deixará em andamento a construção de três estradas de ferro, FHC não deixou nenhuma.


    ** Lula não privatizou nenhuma empresa estatal e, ao contrário, criou dez novas estatais, como a Empresa de Pesquisa Ferroviária (EPF), o Banco Popular do Brasil, a Empresa de Planejamento Energético (EPE), a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), a Hemobras, que fabrica hemoderivados, e o Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec). FHC privatizou jóias da coroa como a Vale do Rio Doce e Empresas de Telecomunicação do grupo Telebrás como Embratel, Telesp, Telemig, Telerg, Telepar, Telegoiás, Telems, Telemat, Telest, Telebahia, Telergipe, Teleceará, Telepará, Telpa, Telpe, Telern, Telma, Teleron, Teleamapá Telamazon, Telepisa, Teleacre, Telaima, Telebrasília, Telasa. FHC privatizou empresas como Light (vendida ao grupo francês e americano EDF/AES), Eletropaulo (vendida para a empresa americana AES), Petroquímica União S.A... a verdade é que a lista é longa. A maioria das empresas estatais foi vendida a grupos internacionais: espanhol, italiano, mexicano. Em 2002, sob FHC, o Brasil conseguiu reduzir o número de estatais a meros 108 e, em 2010, sob Lula, o país passou a dispor de 118.

    ** Em dezembro de 2002 o Brasil era um país sem crédito no mercado internacional. Desde o primeiro mandato de Lula o Brasil conquistou o cobiçado investment grade. No período FHC o Brasil sofreu os efeitos de 4 arrasadoras crises internacionais. No período Lula, até mesmo a chamada "mãe de todas as crises", aquela de setembro de 2008, comparada apenas à Grande Depressão Econômica de 1929, graças às reservas financeiras acumuladas pelo governo chegou aqui como "marolinha". Para outros países, ainda em fase de penosa recuperação, continua surtindo efeitos de tsunami.
    Aproveite e veja mais das diferenças entre Lula/Dilma x FHC/Serra:

    (este quadro comparativo é entre os 8 anos de Serra/FHC e apenas 4 de Lula)




    Fontes do Post:

    Leia Também:




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