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quarta-feira, 2 de junho de 2010

Chrome - O Sistema Operacional do Google

 Google planeja lançar sistema Chrome no final do ano


02 de junho de 2010 • 11h08 • atualizado às 11h25


O Google planeja lançar seu sistema operacional Chrome "no final do ano," disseSandar Pichai, diretor do projeto Chrome, nesta quarta-feira, para reforçar a competição contra a rival Microsoft e seu Windows.

O sistema Chrome será projetado inicialmente para funcionar em laptops, disse Pinchai a jornalistas durante a feira de computação Computex. "Seremos seletivos quanto à maneira pela qual chegaremos ao mercado porque desejamos propiciar uma ótima experiência ao usuário," disse. "Estamos pensando tanto em termos de hardware quanto de software."

O Google busca desafiar o domínio do sistema operacional Windows, que é utilizado em mais de 90% dos computadores pessoais. A Microsoft se mostrou indiferente aos esforços do Google para desenvolver um sistema operacional de fonte aberta, afirmando que os criadores de software teriam de criar outras versões dos mesmos aplicativos para diferentes marcas.

Pichai contestou a alegação, afirmando que a semelhança no núcleo básico significaria que as empresas de software não precisariam desenvolver uma nova versão para o Chrome.

"O Chrome OS é um dos poucos futuros sistemas operacionais para os quais já existem milhões de aplicativos funcionais," disse Pichai. "Não é preciso mudar o projeto do Gmail para que ele funcione com o Chrome. O Facebook não precisa criar um aplicativo novo para o Chrome", disse ele.

O software de fonte aberta permite que empresas de tecnologia como a Acer desenvolvam versões próprias do sistema utilizando um esqueleto fornecido pelo Google, atendendo suas necessidades próprias.

O sistema operacional Chrome terá como peça central um navegador para web, e todo o software, incluindo aplicativos sofisticados como os usados para edição de fotos e vídeos, será armazenado em servidores externos, a chamada computação em nuvem. "Antecipamos que uma geração de aplicativos, entre eles os jogos, funcione a partir do navegador," disse Pichai.




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sexta-feira, 16 de abril de 2010

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Novo "Office Starter" substituirá o Microsoft Works

A Microsoft está preparando uma nova versão do seu popular pacote de aplicativos de escritório, o Microsoft Office. Batizada de "Office Starter 2010", ela será composta pelo Microsoft Word e Microsoft Excel em versões com "funcionalidade reduzida" e publicidade online, e será embarcada em PCs de baixo custo de diversos fabricantes.

Segundo Eduardo Campos de Oliveira, Gerente Geral de Produtividade da Microsoft Brasil, o pacote é voltado ao consumidor que está comprando seu primeiro PC, precisa de um editor de textos e planilha de cálculos mas não necessita de recursos avançados. Por isso, Word e Excel não terão funções como Macros, Smart Art ou Tabelas Dinâmicas. Entretanto, eles manterão total compatibilidade com documentos criados em suas versões completas.

Uma barra lateral exibirá dicas de uso dos programas, bem como publicidade relacionada. "Por exemplo, teremos anúncios que levarão o usuário a modelos para currículos ou planilhas de controle de orçamento doméstico disponíveis gratuitamente no Office Online", diz o executivo.

Office Starter 2010 - 500px
Office Starter 2010: Funções reduzidas e anúncios na lateral


Também haverá integração com ferramentas online, como a publicação de documentos no Windows Live e a possibilidade de upload e edição de textos e planilhas dentro do navegador com as novas Office Web Apps, versões online dos aplicativos do Microsoft Office que são uma das novidades no Office 2010.

Usuários do Office Starter poderão adquirir um "upgrade" para as versões completas (Home & Student, Home & Business e Professional) do Microsoft Office 2010 a qualquer momento, seja através de download, cartões com códigos de ativação ou a tradicional caixinha nas lojas. Entretanto, não haverá preço diferenciado na atualização. "Não temos um desconto porque o usuário não pagou pelo Office Starter, ele é gratuito", diz Campos.

O Microsoft Office Starter também substitui o Microsoft Works, pacote de aplicativos que era a opção preferida dos fabricantes e integradores que desejavam oferecer uma solução Office de baixo custo com seus equipamentos. Com seu lançamento, o Works deixa de existir.

Com o novo produto a Microsoft espera reduzir a frustração de usuários que adquiriram seu primeiro computador mas só ao chegar em casa descobrem que o Office é um componente à parte, e também a pirataria. As primeiras máquinas equipadas com o Microsoft Office Starter devem chegar ao mercado em meados de 2010, na mesma época do lançamento do Microsoft Office 2010. O produto não estará disponível para download.
 
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quarta-feira, 24 de março de 2010

Software Livre no Programa Brasilianas.org - TV Brasil

 Assista um dos temas do Programa Brasilianas.org apresentada na TV Brasil e que está sofrendo ataques da grande mídia o famoso PIG. É como li em um dos comentários no Blog do Nassif:

"Agora entendo o porque da chiadeira da mídia (Veja e outros) contra a TV Brasil. A nossa velha mídia se vê cercada de todos os lados, da internet e agora no seu próprio campo de ação"
(Comentador às 23/03/2010 às 16:00).


Bom, assista o vídeo.



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terça-feira, 23 de março de 2010

Petrobras implanta BrOffice.org em 90 mil máquinas

A Petrobras iniciou neste mês o processo de instalação do BrOffice.org em seu parque de máquinas , estimado em 90 mil computadores. As instalações do programa de código aberto, que pode ser baixado e usado gratuitamente por empresas e usuários domésticos, devem estar praticamente concluídas em aproximadamente dois meses. Ao todo, o novo software contemplará um público interno de cerca de 100 mil pessoas, que serão inclusive capacitadas para o uso da nova ferramenta. A estimativa é que o processo gere uma redução de pelo menos 40% na demanda de aquisição de licenças pagas de software proprietário equivalente.
De acordo com a coordenadora de projetos de Tecnologia da Informação da Petrobras, Márcia Novaes, a adoção do BrOffice.org se deu a partir das análises de viabilidade técnica da ferramenta, que concluiu que o software tem maturidade tecnológica e é adequado às necessidades da companhia. Entretanto, o fator determinante foi o econômico, afirma Márcia. “Também definimos a mudança de padrão interno de documentos e adotamos o ODF, que é um padrão aberto com especificações de domínio público, plenamente suportado pelo BrOffice.org” completa Márcia.

Para que a novidade seja rapidamente absorvida pelos usuários, o projeto prevê três fases, conforme esclarece o analista líder do projeto, Gil Brasileiro. Na fase atual, a de instalação do BrOffice.org, os aplicativos apenas estão sendo instalados nas máquinas e os usuários comunicados de que existe uma nova ferramenta. Na segunda fase, haverá uma campanha de estímulo ao uso, prevendo treinamento de pessoal. Por fim, a última etapa será de adequação de licenças, em que cada setor poderá avaliar as suas reais necessidades e optar por manter o aplicativo atual com custos de licenciamento associados ao departamento.

A coordenadora Márcia esclarece que alguns setores manterão as licenças para esses programas. São as gerências que necessitam de funcionalidades específicas ainda não atendidas pelo BrOffice.org, ou que utilizam programas que dependem dos softwares de planilha e edição de texto proprietários usados atualmente.

“Uma das estratégias de adequação de licença é que, a partir de um determinado momento, os usuários não recebam mais atualizações de software proprietário, apenas o BrOffice.org”, explica Gil. Se houver necessidade de outra ferramenta, o gerente daquela área poderá fazer uma solicitação, justificando o pedido e arcando com os custos associados. Para montar o treinamento dos funcionários, a Petrobras contou com o apoio da OSCIP BrOffice.org. “Pedimos para que fossem mapeadas as maiores dúvidas dos usuários de BrOffice.org”, conta Gil Brasileiro.

Na fase preparatória do planejamento da implantação do BrOffice.org, a equipe da Petrobras teve reuniões com gestores que lideraram processos de migração para o programa em outras empresas, como Metrô de São Paulo, Banco do Brasil, Itaipu e Serpro. Além do BrOffice.org, a Petrobras também migrou para o navegador de software livre Firefox. Estas duas experiências com software de código aberto, cujo planejamento iniciou em 2008, são pioneiras na Petrobras, em se tratando de estações de trabalho. . Em muitos servidores, a empresa já utiliza o sistema operacional Linux.
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sexta-feira, 19 de março de 2010

BB economiza milhões com software livre também na Nossa Caixa

O Banco do Brasil, um dos maiores usuários corporativos de software livre do mundo, começou a implantar esse tipo de software no Banco Nossa Caixa, incorporado recentemente pelo BB.

O primeiro software a equipar as máquinas da Nossa Caixa é a suíte de escritório BrOffice.org, que possui funções equivalentes ao MS-Office. O pacote já foi instalado em mais de 16 mil estações da Nossa Caixa, possibilitando a edição de documentos no padrão aberto ODF.

A economia estimada em licenças com o uso de software livre por parte do BB, que adota essa solução desde 2003, já ultrapassa R$ 100 milhões.

A Instituição usa Linux em mais de 80 mil estações de trabalho e seis mil servidores de agências. O BrOffice.org está em mais de 100 mil computadores.

A Empresa também está equipando todas as máquinas de seu parque de terminais de caixa eletrônico com esse tipo de software. Ao todo são mais de 40 mil terminais. No momento, mais de mil caixas eletrônicos híbridos – que atendem clientes do BB e da Nossa Caixa – operam com o sistema Linux.
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